domingo, 16 de junho de 2013

Me mudei!

SEUS LINDOS!!!

Foram 3 anos, 58 posts, 106 comentários, 50 seguidores e 14.379 visualizações (até agora) nesse blog que é o meu xodó!

Mas mudanças acontecem e quase sempre são para a melhor, então é com mto orgulho que convido vocês a conhecerem meu novo blog, com conteúdos fresquinhos, links para meus perfis em redes sociais e uma sessão de portfólio com vários dos meus trabalhos ♥

Agora os devaneios são de uma publicitária graduada (YAY!) mas os parênteses, textos tachados e revoltas no meio da semana são os mesmos, então venha conferir \o/

Venham comentar, curtir, opinar, compartilhar, discordar, porque vocês deixam meu dia mais feliz ♥

Muito obrigada pelo retorno e pela companhia, e continuem comigo nesse endereço phyno e novo \o/

Acesse http://biadesouza.com ♥

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Fazendo silêncio para ouvir

Ouvindo: o nada
Curtindo: a ideia de rotina sem deixar de inovar

Pára tudo!
Escuta!
O som do relógio, a televisão bem longe, as buzinas, os motores.
Qual o som do teu silêncio?

Depois de assitir o filme "A viagem da mãe Krause até a felicidade", um filme alemão de 1929, dirigido por Piel Jutzi, em preto e branco, de 35mm, fiquei inspirada. Duas horas de filme silencioso.
É isso ai! Silêncio, também conhecido como ausência de ruído.
Uma experiência rara, proporcionada pela Cinemateca Brasileira. Infelizmente a V Jornada Brasileira de Cinema Silencioso terminou no domingo... Quem não viu, fique esperto no ano que vem =)
O filme é ótimo, mas o que me impressionou foi a sensação causada pela falta de som.
Um enorme desconforto toma conta dos primeiros minutos. Não sei se essa realidade é só minha, mas não estou acostumada com o silêncio. Pego trânsito, ouço música no trabalho, o restaurante é sempre cheio (de gente e conversas fiadas), na faculdade a disputa é da palavra do professor contra as vozes dos alunos. Ficar duas horas em silêncio pra mim foi uma grande novidade.
Há algum tempo, vi na televisão (tá bom vai... Nem sempre tão ruim...) um comercial totalmente sem som. Infelizmente não me lembro sobre o que era... E na minha busca por essa peça para escrever esse post, me deparei com o seguinte drama: Onde estão os comerciais sem som?
Os comerciais que circulam por aí, parecem fazer parte de uma grande feira, onde perguntam quanto você quer pagar, se é protetor ou base, se você tá com gripe, se quer cabelos lisos e brilhantes, e não te deixam respirar.
Os meios de comunicação são tão poluídos, que ver uma imagem sem muitos elementos, ou assistir a um comercial sem som, ou somente com fundo musical, chamam a atenção sem grande esforço.
Na minha busca de alguns minutos atrás, encontrei essa propaganda do Greenpeace. Sem grandes efeitos ou novidades, mas com um grande diferencial: o som.

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Acredito que essa "despoluição" vá acontecer nos outros meios, assim como aconteceu na internet. No meio de tantos pop-ups, banners animados, gifs purpurinados e cursores que deixam rastros, surge o Google, disseminando uma nova cara para a internet: minimalista.
Não digo que todos os comerciais devam abolir o som. Mas com certeza esse é um caminho a ser explorado.

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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Ne Me Laisse Pas L'aimer

Ouvindo: Brigitte Bardot
Lendo: Chanel - Seu estilo, sua vida
Observação: Já viu que vai ser mais um post feminista, né?

Boa notícia (para quem achar que é uma boa notícia =P)! Devido à louca grade da faculdade, vou me comprometer a escrever pelo menos 1 post por semana! (Pra quem ficou tanto tempo sem dar as teclas, já é lucro... Deixa eu me organizar, poxa! ahahahha)
Durante a semana li uma notícia interessante aqui no Estadão: A briga da Heineken e da Budweiser pelo mercado brasileiro. Isso não é surpresa nenhuma, já que teremos Copa, Olimpíadas, shows de artistas decadentes internacionais, e todo mundo sabe que brasileiro é fã de cerveja, bundas e gastos.
Que eu não sou fã de comerciais de cerveja nacionais voce já deve ter notado. As coisas têm melhorado (não em relação ao meu gosto. Digo em relação aos comerciais =P), mas ainda sim é uma bandeira machista que deve ser queimada em praça pública (não gasto um soutien pelo machismo). E com essa popularização das cervejas internacionais, será que a tendência é que essas marcas tragam sua identidade para o Brasil? Eu espero que sim!
As propagandas da Heineken são ótimas! Aqui eu já postei uma que transmite a mensagem da marca de forma limpa, simples e engraçada. Os comerciais da Budweiser eu não conheço tanto, mas depois de uma busca rápida pelo Youtube encontrei algumas coisas ótimas, como esse que foi exibido no Super Bowl:

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Este aqui, eu achei lindo! Faz um comparativo entre a cerveja e a mulher, mas de forma sensual (sensual é diferente de vulgar, por gentileza...). É poética poxa! Música francesa, espuma de banho... Ulalá! Vale a pena ver também:


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E agora vamos torcer para que as propagandas nacionais ganhem essa maturidade (e para que as obras fiquem decentemente prontas a tempo =P ).

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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Dossiê Winehouse ou O mundo é mais sujo do que me contaram

Ouvindo: "Etta James"
Último filme visto: "Cantando na chuva"
Última conquista: "Iniciar um curso de natação para quem tem medo de água"

Ladies and gentlemen: Miss Winehouse! o/
A platéia vai a loucura! Gritos, aplusos, lágrimas, goles de cerveja pelo chão.

E mais uma jovem artista chega no final da estrada de uma carreira construída por bebidas, drogas, cigarros e blues. O que me faz pensar: será que foi por acaso!? (eu sei que o blog é sobre publicidade, mas eu chego lá, paciência =P )
Dona Amy já tinha uma inclinação às drogas (não há como negar) mas no início de sua carreira ela tinha um aspecto saudável. O talento sempre foi incontestável, mas ela não era conhecida. Começou a ser conhecida depois de seus vexames e vídeos consumindo drogas. E adivinha: isso vendeu!
Seu empresário / gravadora / e grande elenco tinham conhecimento do seu vício, e incentivá-lo talvez parecesse lucrativo. Ou não!?
E lá estava o esteriótipo sendo construído: jovem talentosa drogada tatuada londrina.
Duvido que a senhorita Amy ia até a boca ou subia o morro para comprar suas... coisinhas. Alguém fornecia isso, assim como água com gás e toalhas brancas para os shows.
Uma coisa eu aprendi com a publicidade: o dinheiro movimenta muita coisa. Ninguém esperto investe para perder.
Uma artista morreu. Entrou para uma lista elitizada de "artistas brilhantes que morreram aos 27 anos" (detalhe, ela faria 28 anos em pouco mais de um mês). A venda de CD´s, DVD´s, camisetas, quadros, imãs de geladeira, bottons vai aumentar.
Agora eu pergunto: Os negócios e a propaganda permitem acasos?
Um jogo de futebol (que movimenta rios de dinheiro (que nunca passam perto de mim)) é decidido por sorte e desempenho? A atriz mais bonita, talentosa e desejada de todos os tempo (da última semana) é eleita por mérito e/ou escolha popular?
Ou estou ficando paranóica, ou o mundo anda muito estranho.

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Onde estão as moedas verdes?

Ouvindo: "Sex Pistols"
Lendo: "Férias" (romance de menininha, mas recomendo =P )
Curtindo: Livemocha (empolgadíssima em aperfeiçoar meu inglês)

Não posso deixar de me desculpar pela ausência... Não é pouco caso não! Queria que situações da minha vida particular não interferissem nesse blog que eu gosto tanto, mas convenhamos... Não sou nenhum monge =P
Mas cá estou, tentando me redimir =)
Vamos arregaçar as mangas, e continuar de onde paramos!
Há algum tempo comentei bem aqui, sobre o serviço da Blockbuster Online. Pois bem, eu estava super empolgada com a possibilidade de assistir todos os meus "velhos filmes velhos" (que fazem muita gente torcer o bico) no conforto do meu lar, todo final de semana.
Durante os meses que experimentei o serviço, fui me decepcionando gradativamente, até ser vencida pelo cansaço e cancelar essa bosta o contrato. Até ai tudo bem. Nesses quases 25 anos aprendi que as coisas geralmente são assim. Não mudam. Se você não está satisfeito, a mudança tem que partir de você. Mas o que eu achei engraçado, foi o fato da Blockbuster ignorar minhas reclamações.
Enviei emails, recados no Twitter para o perfil da empresa, e nada! Era como se estivessemos brincando de esconde-esconde e a Blockbuster estivesse ali na sala, atrás da cortina, com os pezinhos para fora. Torcendo para ficar invisível.
Poxa vida, eu cheguei num ponto de me identificar com a senhorinha da Colheita Feliz (Deus do céu, como adoro esse vídeo.. eheheheheheh)! Quero minhas moedas verdes também!!!
Recentemente um consumidor fez um vídeo que ficou muito popular, sobre a Brastemp. Ok, a Brastemp reconheceu o erro, e o Sr. Borelli deve estar com sua comida devidamente refrigerada a uma hora dessas. Mas quanto será que ele teve que reclamar para chegar a uma solução?
As empresas não estão vendo que as coisas mudaram? O consumidor se informa antes de adquirir um produto, e se as coisas não são do jeito que prometem, ele "xinga muito no Twitter"!!!
Não dá pra fingir que nada está acontecendo! As redes sociais são canais de COMUNICAÇÃO! O consumidor quer ser ouvido, e quer ter uma resposta ao que ele diz! Diálogos funcionam assim, não?
Então deixo aqui meu "Bom dia" para essas empresas! Bem-vindas ao século XXI!

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terça-feira, 16 de novembro de 2010

A propaganda mais humana: nova tendência?

Inspirada pelo Gil Giardelli na palestra do Café com Blogueiros (post completo aqui), vou falar um pouco sobre uma tendência da publicidade (e da nossa época também. Acredito que a publicidade reflita um pouco da vida. Só vou saber se é utopia daqui uns anos, eu acho =P ): a coletividade.
Vivemos na era da comunicação. Não imaginamos nossas vidas sem o tal do celular, e acessar redes sociais é coisa rotineira. Conhecemos gente pela internet (na maioria das vezes é furada, mas insistimos =P ), nos informamos sobre produtos, artistas, eventos, etc. Vemos o mundo através de uma tela. Mas talvez a tendência seja justamente o contrário.
Por mais que as pessoas se comuniquem através de computadores, telefones e tal, o que todo mundo quer é a simplicidade da comunicação. As pessoas querem rir, querem se emocionar com cachorrinhos e bebês fofos, querem sentir que estão vivas e fazem parte de um todo.
No #CCBSP conheci uma ação muito interessante da Eletrolux, "O stand up do liquidificador". O produto é um liquidificador (dãr) silencioso. Até ai, nada que emocione. Mas a campanha é composta de humor, o que faz as pessoas se desarmarem diante de um comercial (as pessoas não são bobas. Sabem que a propaganda quer vender).
Eis o dito cujo:

Eu confesso que odeio comédia stand up . O fato de alguém fazer questão que eu dê risada, já me deixa de mau humor =P
Mas o comediante desse vídeo, Diogo Portugal, é engraçado demais! O comercial deixou de ser aquela coisa chata: "Compre nosso liquidificador", e virou entretenimento.
Hoje, o Bruno Costa postou um vídeo no Twitter que vinha de encontro com esse post, que eu vinha maquinando desde ontem:

É do concorrente, mas é lindo! Poxa, a gente que vive na tal "cidade grande" desacostuma com gente. Tudo é muito cinza, muito frio, muito corrido. E esse comercial vem pra dizer: "Poxa, olha pro teu lado! Tem alguém ali no outro carro! Sinta essa vida em torno de você!".
Fala se não é lindo!?
E ai vem toda essa "moda" de sustentabilidade também. As pessoas querem sentir que estão colaborando. Eu separo o lixo reciclável. Eu demoro menos no banho. Eu não uso tanta sacola plástica. E por ai vai!
É mágico isso! No meio de tanta informação, tantas máquinas, tudo tão online, as pessoas terem esse contraste.
Definitivamente esse tipo de preocupação nas propagandas toca mais o consumidor do que o jargão "Quer pagar quanto!?".

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domingo, 14 de novembro de 2010

Pós-Café com Blogueiros

Ontem foi dia de Café com Blogueiros em São Paulo! Fiquei tentando imaginar como escrever esse post, mas o evento teve tanto conteúdo que juro que nem sei como começar =P
8h30 da madrugada de sábado, e lá estávamos @MikeBenavides e eu, sedentos por informações. Vou pincelar um pouco do que aconteceu, mas o conteúdo de cada palestra é tão amplo, que cada uma merece um post (no mínimo. Deveria ser um livro, mas por enquanto está fora do meu alcance. Então vou trabalhar com o que tem pra hoje =P).
A primeira palestra foi com o Gil Giardelli, sobre a Era da Generosidade e Criatividade Coletiva. Muito interessante! Ele falou um pouco sobre o porque das pessoas contribuírem espontaneamente com conteúdo, tendência Open Source, etc.
Depois teve debate sobre o Papel dos Blogs, com Chico Montenegro, Lino Boccini, Rodrigo Fernandes, Sandro Rodrigues e Maurício Cid. As maiores polêmicas foram sobre direitos autorais (o bacanal de informações na internet) e responsabilidade por conteúdo dos posts (nem sempre é bacana xingar muito no Twitter =P ).
Depois do almoço (feijoada! Isso causou uma certa sonolência e falta de atenção no segundo round do evento... Preciso parar de ser inconsequente =P ), foi a vez da palestra sobre SEO para Blogs, com JhonnyGlaucio Cancion e Leonardo Naressi. Essa foi a que mais me chamou a atenção (vontade gritante de fazer um curso sobre o tema). SEO é importante demais! E eu não sabia! =P
Alguns fatores simples podem fazer muita diferença para o Sr. Google, como palavras em negrito, repetição de termos, o domínio, o tempo do domínio, os caracteres do título, etc. Me deu um certo desespero. Vontade de mudar de domínio, de plataforma, começar do zero (ainda estou avaliando isso... Será???). Foi sorteado o livro "Google Marketing" do Conrado Adolpho Vaz (que já está na minha lista para o Sr. Noel =P ).
No debate sobre Empreendedorismo na Internet com Alexandre Formagio, Guilherme Valadares, Ana Laura, Maria Carol, Edson Romão e Pedro Ivo (o post tá cheio dos contatos, mas juro que são contatos que valem a pena =P) descobri que posso ficar rica com a internet (uhuuu!!! o/). Mas é sério, dá pra ganhar dinheiro sim (por enquanto não é o meu foco, mas daqui um tempo, vai saber =P ). Precisa de disciplina, inovação e gostar de fazer amizade (resumindo, e com as minhas palavras, é isso =P ).
A última palestra com a Juliana Lima, foi o máximo! Ela é super descontraída, e manteve a atenção de todo mundo, o tempo todo! Ela falou sobre Engajamento nas Mídias Sociais, reputação online, objetivos dos usuários nas redes sociais, etc.
Ufa! Terminei a pincelada! É que teve muito conteúdo mesmo... Não tinha como o post ficar curto =P
E nem contei sobre os shows de stand up, os lanches, os brindes dos patroninadores Apontador e Eletrolux, a hashtag #CCBSP no Trends do Twitter, e tal. Olha, só digo uma coisa: quem não foi, perdeu! =P
Como já disse, fiquei cheia de ideias sobrevoando a cabeça, então vou me aprofundar mais sobre os temas do evento (e o que surgirem deles) nos próximos posts =)

Ps.: Precisei reservar esse cantinho para agradecer a organização, os palestrantes, os patrocinadores (nunca achei que um dia eu fosse agradecer os patrocinadores =P ), e tudo o que tornou possível a realização do Café com Blogueiros! E que venha o próximo =D

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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Café com blogueiros

Quando comecei a fazer publicidade e perceber o quanto era vasto e se atualizava constantemente, achei essencial atualizar meus perfis em redes sociais e este blog (que é o meu xodó). Mas como é difícil viu!
Falta tempo, falta ideia, falta leitor, falta informação. Quando comecei a escrever aqui, fiquei bem perdida: aonde divulgar? Sobre o que escrever? Será que alguém se importa com isso (além de mim =P )?
Me senti um bocado sozinha e desorientada, mas fui caminhando com passos tortos, feito criança que começa a andar.
Mas a notícia de um evento, me animou bastante!
O Café com Blogueiros acontecerá neste sábado, dia 13/11, a partir das 8h30, aqui na ESPM em São Paulo.
O objetivo é reunir blogueiros, leitores, profissionais e curiosos de mídias sociais. Os palestrantes são ótimos, e vão falar sobre SEO, Mídias Sociais, Empreendedorismo, Criatividade Coletiva, etc.
Estou super animada para conhecer pessoalmente vários "geradores de conteúdo", e compartilhar experiências com quem está começando e com quem já entende do assunto!

Fica ai o convite =)

E com certeza, depois conto tudo o que aconteceu por lá =)

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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Meu relacionamento conturbado com a Vivo

Sabe aquela fase em que tudo te decepciona? Que o mundo conspira? Você percebe que a Trakinas está cada vez menor, Kinder Ovo e Toddynho vão te falir, tiram o chocolate do Bis para colocar limão (urgh!) e a Vivo pisa no teu calo cada vez que você pensa em dar mais uma chance (a Vivo tem alma de homem, não é possível).
Aproveitei essa história de portabilidade e troquei a Oi que tanto me "promocionou", pela Vivo, a amante ingrata. A proposta era boa, meus amigos têm Vivo, então pensei: Por que não? Depois de assinar tudo quanto é contrato, descubro que o meu celular não reconhecia o chip, porque não era (QuadBand, Quad Band, Quadriband, oi?)... porque Deus não quis. Na hora do desespero, cometi meu segundo erro. Pedi o aparelho mais barato. Não vou entrar nos detalhes, mas posso adiantar que ele tem lanterna. Sim, eu digitei certo, não me obrigue a repetir...
Saí desolada da loja com aquele pequeno Frankenstein no bolso. Não que eu me importe muito com tecnologias, e bla, bla, bla, mas é que nem quando você era pequeno (ou eu pelo menos) e voltava das férias. Todo mundo tinha viajado, menos você. O máximo que você tinha feito, era ter ido visitar seus tios (em São Paulo mesmo, capital, a uma meia hora da sua casa). (Aviso às mães: não matriculem seus filhos em escolas particulares. Crianças podem ser cruéis. Principalmente quando têm dinheiro. Pense neles como anões de voz engraçada.)
Passadas algumas semanas, recebo um "tuíte" do @MikeBenavides me chamando para a porta da faculdade, pois a "galera da Vivo" estava lá.
Fui até lá sem mágoas, de braços abertos, e me deparei com uma van, e uma ação promocional bem curiosa.
Você tinha que tuitar pelo celular, para que pelo menos duas pessoas fossem até a van da Vivo naquele instante. Caso aparecessem os cidadãos, você ganharia um chip com uma promoção de um mês, e uma camiseta. Detalhe: os infelizes que foram chamados por você, tinham que fazer a mesma coisa, ou não ganhariam nada.
Feito isso, você tinha a camiseta e deveria criar uma arte dentro do logo (bem grande e vazado) para o dia seguinte. A pessoa mais criativa (de toda a faculdade) ganharia um Blackberry.
Não querendo parecer velha e chata, mas vejo vários poréns nessa ação.
O negócio é que dá muito trabalho. Você tem que ter Twitter, tem que tuitar uma mensagem que você não tuitaria (adoro conjugar esse verbo =P ) espontaneamente, duas pessoas têm que ver sua mensagem e ir para onde você convidou, e você tem que ter uma ideia boa, colocada em prática de um dia para o outro.
No dia seguinte, cheguei no final da noite pra mostrar a minha camiseta, e perguntei para os promotores quantos concorrentes eu tinha. Me disseram: umas 10 pessoas.
Poxa, juro que eu gostaria que a Vivo correspondesse  às minhas expectativas. Mas tá dificil viu...
Acho que só mudo de ideia se ganhar o tal Blackberry =P
(não me venha com hipocrisia =P )

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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Yes, we can!

Há alguns dias, procurava inspiração para o próximo post (quem escreve, desenha, toca, ou qualquer coisa do gênero, sabe que não é fácil) e numa tarde à toa, brincando com os joguinhos viciantes do Facebook (não me orgulho em digitar isso), eis que surge um anúncio intrigante no canto da página (ilustrado aqui abaixo).
Eu como mulher, obviamente fiquei interessada em saber que raios era isso. A grande maioria dos homens nem imagina as peripécias que temos que fazer para utilizar banheiros públicos. Ir a um barzinho tomar uma cerveja (tem coisa mais diurética que isso?) pode ser desanimador quando a parte de ir ao banheiro chega. Difinitivamente nessas horas, invejamos o poder dos homens de fazer xixi em pé.
Logo, esse anúncio tem grandes chances de interessar muitas mulheres (inclusive as mais pudicas). Nem tentei resistir. Cliquei.
O site do produto, chamado OiGirl, é bem atrativo. Todo em cor-de-rosa (choque, é claro. Fazer xixi em pé é coisa pra mulher de atitude =P ) e ilustrado por mulheres jovens e descoladas. O público realmente é esse. Mulheres modernas, práticas, sem grandes pudores.
Só para constar: o produto é como um funil de silicone que é encaixado na "menina", e pode ser lavado com água e sabão.
A linguagem para vender um produto tão íntimo (quase constrangedor e/ou cômico), me lembra muito os comerciais do Activia (é isso ai! Queremos seu intestino regulado! Trabalhamos pra isso!). O slogan da marca é: "Sentada? Só em casa!", e sugerem até mesmo que você divida o pacote família (com 3 produtos) com suas amigas, para economizar no frete. Muito pertinente.
Há alguns vídeos no Youtube de reportagens sobre o OiGirl e depoimentos de ginecologistas sobre a saúde íntima da mulher.
Achei toda a construção da marca muito bem feita. Cores fortes, uma linguagem informal (quase uma indicação amiga) e a proposta de uma "revolução" no uso do banheiro público. O uso das redes sociais é natural, pois além de ser "a bola da vez", concentra inúmeras mulheres moderninhas e propensas às novidades.
Não sei quanto ao produto, mas toda a comunicação está de parabéns!

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