domingo, 12 de setembro de 2010

Post reservado para Propaganda Eleitoral Gratuita

Dentro de semanas nossa programação voltará ao normal e não iremos mais tocar nesse assunto.

Não tem como não falar das eleições... Tiririca, Mulher Pêra, KLB e Whiskas Sachê. Mas o que mais me impressiona em toda essa história é o poder da propaganda nisso tudo.
Como o candidato é modelado para que "se venda": o que falar, quando falar, que criancinha escolher para pegar no colo e sair nas fotos, qual a musiquinha que vai tocar e não vai sair da tua cabeça ("Ey, Ey, Eymael, um democrata cristão" ou "Primeiro aperte o um duas vezes, e espere até o Pitta aparecer"), e por aí vai.
Uma gangue toda por trás daquele cara que aparece falando durante segundos ou minutos.
Confesso que eu deveria saber muito mais sobre a História (e sobre muitas outras coisas), mas já li muito sobre o cabeça das ações de Hitler. Um tal de Joseph Goebbels, ministro do Povo e da Propaganda.
Ok, toda profissão tem seu lado negro. Médicos, advogados e ascensoristas. Mas às vezes olho pra Propaganda e fico com medo de todo esse poder.
Só digo uma coisa aos eleitores: pior que tá, fica sim!

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segunda-feira, 26 de julho de 2010

Me retwitta que eu te follow!

Na semana passada aconteceu um fato inusitado na minha vida: eu, Bia de Souza., acostumada a brigar um bocado para conseguir qualquer coisa e tirar leite de pedra, ganhei uma promoção no Twitter =D
Simples assim: uma "retwittada" e lá estava eu com um crédito de R$65,00 para gastar na Camiseteria!
Depois da euforia, fiquei pensando: poxa, que ferramenta bacana!
Já escrevi sobre o Twitter bem aqui, mas agora escrevo com uma outra visão, a de consumidora.
Nessa semana me inscrevi em duas promoções. Uma promovida pelo @ehjusto (que por sinal tem uma parceria forte com a @camiseteria e sempre promove esse concurso), e a outra promovida pelo @fabio_satori que sorteou uma tatuagem de R$700,00 (essa eu não ganhei... AINDA =P). Eu não sabia muito sobre o "éjusto!" e não conhecia o trabalho do Satori, mas fiquei super empolgada para ganhar (o que me fez retwittar mais de uma vez, confesso =P ).
Afinal, por que uma empresa pode (e deve) criar promoções no Twitter?
  1. Todo mundo adora ganhar. Fato! Pode ser um desconto de 1% para comprar acima de R$100,00, mas as pessoas querem sair ganhando, se sentir em vantagem.
  2. É rápido. Vc só precisa clicar em dois botõezinhos: RT e Sim. Nada de preencher Nome Completo, CPF, Sexo, Endereço, e blá blá blá Whiskas Sachê.
  3. É praticamente auto-divulgável. Uma pessoa se inscreve, uns três seguidores dela vêem e se interessam (pensando baixo), e assim sucessivamente. O Satori "twittou" que a promoção dele foi divulgada mais de 4000 vezes em pouco mais de uma semana (um número bem expressivo!).
  4. Além de divulgar a promoção, a empresa se promove. Cria (ou fortalece) uma identidade moderna, descolada e acessível. "Eu posso me comunicar com a empresa e ganhar um prêmio!"
  5. A marca é divulgada mesmo depois da promoção. Quando ganhei o vale-compras fiquei tão contente que saí espalhando por Twitter, Facebook, MSN e tal (é... fiquei contente de verdade =P ), já pedi minha camiseta na Camiseteria e sempre que usar provavelmente vou contar sobre meu case de sucesso ao ganha-la (ui ui ui!), postar uma foto minha com a camiseta (momento narcisista) e tudo isso gerou esse post =)
São só vantagens! Essas são só algumas, que depois do ocorrido fiquei refletindo.
Fica aí o recado para as empresas que temem se aventurar no mundo online: estão perdendo espaço, viu bem!
E para as empresas que aderiram às promoções no Twitter: me passem atualizações sobre suas promoções que eu participo =D

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sexta-feira, 23 de julho de 2010

Eparema pregando o canibalismo!?

Hoje de manhã estava no ponto do ônibus ouvindo a Nova Brasil, como é de costume, e me deparei com um spot (comercial no rádio, que não é cantado) que me deixou em crise existencial.
Com essa inquietação na cabeça, fui procurar mais sobre ele no Sr.Google e descobri que ele também é veiculado na televisão (embora eu nunca tenha visto. Mas não sirvo de parâmetro porque tenho uma certa aversão à televisão.) (Eu sei, eu sei. Faço publicidade e preciso trabalhar isso... Mas que a programação poderia ser melhor, isso é indiscutível =P ). Cá está o comercial em questão:

"-Tá comendo o quê?
-Alface, a comida anda caindo mal
-Cara, você é planta car-ní-vo-ra. Rapaz, você tá na natureza, cheio de ervas pra digestão!"

Pois bem, duas plantas carnívoras conversando, uma delas com problemas estomacais. Não vou entrar no mérito do sistema digestivo das plantas (posso usar a imaginação e aceitar que aquela planta precisava de Eparema), mas meu! No começo do texto ela estava comendo outra planta! Um alface! Ao saber do problema digestivo da amiga, a outra planta carnívora sugere que ela coma outras plantas!
Depois disso ela toma Eparema, que contém extratos vegetais.
Logo, ela é mais que uma planta carnívora! É uma planta canibal!
Ok, ok, tem muita gente elogiando porque saiu da mesmice de gente contente com estômagos leves. Mas eu achei bem esquisitinha viu... Esse estranhamento da planta comendo outra planta me chamou mais a atenção do que o próprio produto. (Tá bom, talvez eu me preocupe demais com pouca coisa. Mas "eu preciso me comunicar" =P)

Ps.: Eu não acho q Eparema está pregando o canibalismo. O título foi só pra fazer graça =P

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segunda-feira, 19 de julho de 2010

O outro lado das redes sociais

"Aviso aos navegantes:
Tem mais alguém ai?
Só ouço o som da minha própria voz a repetir"

A bola da vez com certeza é a rede social. Cada vez mais empresas querem estar conectadas. O que muitas não percebem é que "estar conectado" é um termo muito vago. Não basta publicar um conteúdo e esperar que se torne de utilidade pública.Tem gente aqui do outro lado viu!?
Essa semana recebi a resposta do projeto de Iniciação Científica que enviei para a faculdade (não foi através de nenhuma rede social, mas já que chegou até aqui, não custa nada ler a história =P ). Ele foi rejeitado (ou indeferido como disseram). Até aí tudo bem, já cheguei na fase de ser rejeitada sem cair do salto e perder o sorriso, mas me enviaram junto um pedaço de papel agradecendo minha participação, dizendo para não desistir, que eu era especial e blá blá blá. (tá, ninguém disse que eu era especial) E no fim do documento, duas assinaturas IMPRESSAS. Foi aí que me senti um lixo (sim, sou dramática). Eu fui só mais uma cartinha impressa. Não tive um retorno de toda a pesquisa que eu tive.
Acho que esse exemplo pode ser aplicado ao uso das redes sociais. A internet é um meio mais que poderoso para a marca / empresa criar um vínculo com o Sr. Consumidor.
E como diria a raposinha do Pequeno Príncipe, o negócio é cativar!
O desafio está aí! Dentro desse universo paralelo, encontrar as pessoas certas, e criar laços! As pessoas estão muito informatizadas, mas não viraram andróides (ainda. Eu espero...).
Estar conectado em Twitter, Facebook, Orkut, e tal, é super bacana. Mas para quem?
Já vimos vários exemplos de que a internet é uma amante ingrata. É preciso usá-la ao seu favor, sem NUNCA perder essa visão de que existe alguém do outro lado da tela.

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domingo, 11 de julho de 2010

Agora no Flickr =D

"Um belo dia resolvi mudar, e fazer tudo o que eu queria fazer..."

Sempre utilizei este blog como um espaço para escrever e acabei deixando um pouco de lado a personalização... E há algum tempo tenho tido planos de mudar um pouco isso =)
Gosto muito de fotografar, e um semestre de fotografia na faculdade me incentivou a sair por ai registrando o mundo (um presentão de Natal do meu noivo me ajudou muito com isso!). Então a partir de agora vou ilustrar os posts daqui com fotografias tiradas por mim =)
Criei uma conta no Flickr onde vou disponibilizar todas as fotos que utilizo no blog.
E que venham as mudanças!!!

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quarta-feira, 7 de julho de 2010

A melhor modelo gostosa e vazia de todos os tempo da última semana

Ouvindo: Amy Winehouse
Horas no trânsito hoje: aproximadamente 3 horas

Não é que eu seja uma eterna revoltada, mas às vezes parece que tem tanta coisa errada no mundo... Não é novidade minha falta de conformismo sobre o uso (é o uso mesmo, não tem jeito melhor de definir) da mulher na publicidade.
Hoje estava vendo uma reportagem que falava sobre a "melhor modelo gostosa e vazia de todos os tempo da última semana", a tal "torcedora" Paraguaia. Para quem não conhece (conseguir se privar de algumas coisas às vezes é uma benção) é uma modelo-atriz (atriz o caralho! coisa nenhuma) que foi "torcer" na copa com seus seios fartos e ficou famosa por causa disso (acho que resumi toda a vida da garota). Até ai tudo bem. Foi ver a copa, saiu em algumas fotos (agora a coisa fica séria) e ganhou patrocínio.
Patrocínio do que Oh Senhor??? A Axe teve a brilhante ideia de se promover escrevendo a palavra "Axe" adivinha aonde? No peito da infeliz.
Eu como mulher... fico sem palavras.
Isso é propaganda? É marketing? Pra isso que eu estou estudando?
Tudo bem que a Axe sempre apela para o suposto poder de sedução daquele desodorante que não dura duas horas em um sovaco mais exigente, mas precisa apelar tanto?
Eu não vou colocar uma foto dessa tranqueira para não poluir esse espaço que eu gosto tanto, mas não é difícil de achar isso no Sr. Google.
Mas quando tudo parece perdido, há uma luz no fim do túnel (Ohhhhhhh).
Em reportagem da semana passada na Meio e Mensagem encontro uma ação/campanha do site Bolsa de Mulher que propõe mudar essa surrealidade de como a mulher é esteriotipada nos comerciais e mostrar a importância da mulher na decisão de compra (oh yeah garotões, nós temos esse poder).
O grupo desenvolveu a ação Cerveja de Mulher, que se divide em duas etapas. A primeira já está em execução: criaram dois sabores de cerveja e estão marcando happy hours em agências para avaliar o sabor das cervejas. O sabor mais votado será o objeto de desafio para os publicitários.
Na segunda fase as agências serão convidadas à criar uma campanha dirigida às mulheres.
"O que queremos com essa ação é incentivar o mercado a olhar com mais carinho sua visão referente ao universo feminino. E nada melhor do que escolher um produto com histórico masculino" diz Ciça Matos, diretora de marketing do Grupo Bolsa de Mulher.
FANTÁSTICO! Achei o máximo essa camapanha! Estou super animada em conferir o resultado e torcendo para que essa campanha mude pelo menos um pouco o rumo das atuais propagandas =)
Um brinde!!!

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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Para não dizer que não falei das flores

Confesso que não estou em um bom dia.
Esse negócio de ser gente grande, tem hora que cansa.
Então não prometo um post cheio de florzinhas e coraçõezinhos. (Não, não estou naqueles dias. Mulheres ficam de mau humor fora da TPM também.)
Vou falar um pouco sobre o Circuito 4x1 que aconteceu na semana passada (conforme foi citado no post anterior).
Sábado de manhã, por volta de 8 horas da madrugada, estavamos dois jovens publicitários (Mike e eu) sonados a caminho da ESPM. Entre bocejos e risadas esperávamos terminar a manhã (ou a tarde, se o evento valesse a pena) cheios de informações sobre Midia Online.
Bom, na hora do almoço já havíamos ido embora.
Assistimos duas palestras e meia. A primeira com um representante do site ReclameAqui (fiquei revoltada demais pra colocar o link) que não tinha muito jeito para falar com o público, em especial o público jovem (não que eu goste de gírias e piadinhas o tempo todo, mas em um sábado de manhã, o palestrante tem o dever de não deixar a peteca cair). Além do que (o que mais me irritou) tudo era explicado com a visão do tal site ReclameAqui. Oras, eu esperava uma visão geral de Mídia Online e não uma lavagem cerebral sobre a empresa.
A próxima palestra também era de um representante do tal site, então resolvemos sair na metade (só sou mal educada quando estou de mau humor) e ficar esperando a próxima atração.
Três grandes personagens do meio Online falariam sobre Videolog. Devido ao Cazé ser um deles, o debate foi sobre a MTV com dois figurantes. Me perdoem a grosseria, mas eu realmente não me interesso pela MTV (é, fui uma adolescente com gostos incomuns =P ). Um dos palestrantes, tinha um trabalho super bacana, onde ele filmava no próprio quarto! Ele tirava cama, iluminava o vídeo com 4 abajures e criava! Foi uma perda não ouvir mais sobre o trabalho desse cara (retificando: o nome do cara é Jaum Godoy), e ouvir as perguntas das tietes da MTV.
Ok, hora de dar o braço a torcer. O evento foi muito bem organizado, com vários palestrantes, temas atuais e patrocinadores. Mas os temas das palestras deveriam ter sido melhor trabalhados.
Fiquei com a sensação de que podia ter dormido até mais tarde.

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sexta-feira, 25 de junho de 2010

Na dança do marketing

Ouvindo: The Beatles
Lendo: "Propaganda de Guerrilha" - Jay Conrad Levinson

Não costumo falar sobre minhas particularidades aqui, mas hoje vou abrir uma exceção. Estou terminando o terceiro semestre da faculdade e há algum tempo estava em busca de estágio. Eis que esta semana chegou o dia tão esperado! A partir de terça-feira vou trabalhar como assistente de marketing \o/
Não foi fácil viu. Pra começar, eu pedi para sair do meu último emprego (a vida às vezes pede a impulsividade =P ) e tinha toda aquela pressão de conseguir um emprego rápido. Ao mesmo tempo, eu não queria trabalhar em outra área além de publicidade (faculdade é um investimento, oras). As entrevistas chegavam. Não sei quantas vezes repeti minha experiência profissional, meus hobbies, e tentei me imaginar daqui 5 anos (fico me perguntando se quem pergunta, sabe responder).
E nesta última entrevista (para assistente de marketing) me fizeram uma pergunta que me deixou com aquela cara de interrogação (ou cara de caneca, como diria a cantora Ana Carolina): se você está cursando publicidade, como você se vê trabalhando com marketing? (era mais ou menos isso =P )
Bom, na faculdade aprendi que propaganda, publicidade e marketing são coisas diferentes. (Como diria um jogador da seleção entrevistado hoje: "uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa." Sou ruim com nomes, mas essa merecia o crédito =P ) A grosso modo, publicidade é "tornar público". É um aviso, sem segundas intenções. Marketing é um estudo de mercado. Ele que vê como vender, para quem vender, quando vender, etc. E a propaganda é uma ramificação do marketing que chega aos nossos olhos, com anúncios, jingles, tudo o que nos provoca o desejo de gastar (muitas vezes, mais do que temos).
Pois bem... A resposta... A verdade é que adoro tudo isso. Adoro esse estudo do público alvo (pra quem vou vender isso? O que ele pensa? Que lugares ele frequenta?), analisar qual o melhor meio para me comunicar com ele, e que forma me comunicar. Tudo isso é muito amplo e quero conhecer tudo!
Marketing vai ser um desafio, porque venho trabalhado com design e o conteúdo da faculdade é mais voltado para a propaganda. Mas que venham os desafios!
Estou muito contente de poder trabalhar com Comunicação!

Ps.: Tá meio tarde pra avisar, mas amanhã tem um evento de Marketing na ESPM com várias palestras, principalmente sobre Marketing Online. Vou com certeza =) (dica do @jvmpublicitario)

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quarta-feira, 16 de junho de 2010

O glamour da propaganda

Na época em que fazia teatro, a maioria das coisas me agradava muito (textos, construção de personagens, a escolha da sonoplastia, figurinos, cenário, etc), mas uma coisa me deixava bem injuriada: o tal do ego. Muita pose para (na maioria das vezes) pouco conteúdo.
Eis que na publicidade, encontro a mesma coisa! O que tem de gente que acha que publicidade é glamour, não é brincadeira não... Ser um profissional de sucesso significa (para muita gente) ter troféus e prêmios internacionais (prêmios nacionais nunca são grande coisa...). Claro que isso faz parte do reconhecimento, mas para mim o objetivo da publicidade é vender. Criar uma identidade, uma marca registrada, mas sempre com o objetivo das vendas.
E as coisas não vêm de mão beijada não. Tem que ser criativo com poucos recursos.
Essa entrevista do Washington Olivetto me inspirou neste post.
O cara que é ídolo de muita gente por fazer comerciais que são lembrados por gerações, também teve que usar muita criatividade. Aqui ele conta sobre um dos principais comerciais de sua carreira: do soutien Valisere. Nesse filme, a trilha sonora usada estava em domínio público, porque não tinham verba para criar uma trilha. Pois é... Não é uma agência conhecida e clientes com grandes poderes aquisitivos que fazem um bom publicitário (muito pelo contrário).



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quinta-feira, 27 de maio de 2010

A culpa é de quem???

Chega uma hora na vida de todo estudante (assim espero) em que ele precisa aplicar aquilo que conhece teoricamente na faculdade. Em alguns casos graves (sofro desse mal) a vontade de trabalhar com o que se estuda é tão grande que você não se imagina mais acordando cedo e enfrentando conduções paulistanas (no meu caso) para exercer outra profissão.
Pois tenta-se dar o primeiro passo: estagiar. O primeiro passo é sempre o mais difícil (acreditar nisso não faz mal) mas precisa ser tanto? Em minha busca por um estágio encontro todo tipo de proposta indecente: estágios que exigem experiência (!?), conhecimento em inúmeros softwares e procedimentos, inglês fluente é o básico que você tem que oferecer, e tudo para ganhar a bagatela de aproximadamente 500 reais (por um período de 8 horas).
Ok, vamos supor que eu não tenha minhas dívidas e viva de amor e fotossíntese. O valor do estágio cobre praticamente só o valor da faculdade (muitas vezes nem isso).
Por outro lado, as empresas oferecem uma remuneração tão baixa, por quê? Pelo que leio, a queixa é comum: a falta de preparo dos estudantes na faculdade. Não posso dizer que isso não acontece. Muitas vezes a instituição de ensino não oferece muito conteúdo, e muitas (mas muitas) outras vezes as pessoas que estão na faculdade não levam nada a sério.
Ensino ruim e/ou aluno ruim, geram remuneração ruim.
Oh Céus... Agora me pergunto: a culpa é de quem???

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